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segunda-feira, 16 de maio de 2011

O.S. se rende ao futuro e lança linha de motores elétricos


A famosa fabricante de motores glow, a empresa O.S. que já possui 75 anos de história finalmente se rendeu à tecnologia dos elétricos e lançou uma linha de motores de alto desempenho que prometem tomar conta do mercado de motores brushless.


Foram lançados os motores com equivalência glow .25, .30, .40 e .50. Cada motor vem com um sistema de ventilacão especial que aumenta a eficiência e produz mais potência.

E ela ainda promete uma linha especial para helicópteros, ducted fans, nautimodelismo e automodelismo em breve!

Dentre as características dos motores estão:

  • Carcaça com maior espessura para maior resistência a distorções.
  • 3 rolamentos de alta qualidade.
  • Desenho da parte traseira mais rígida e segura que os concorrentes.
  • Pequeno comprimento do motor para facilitar a montagem em aeromodelos de frente curta.
  • Adaptador de hélice em aço inoxidável.
  • Placa traseira, eixo da hélice e plugs banhados a ouro.




sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Escolha do motor

O motor é a parte do aeromodelo onde existem o maior número de opções. É importante a colocação do motor conforme as especificações do aeromodelo. Estas especificações são fornecidas na planta ou no manual de instruções.
    
A primeira característica a ser observada é a capacidade cúbica , ou cilindrada do motor. Esta capacidade é normalmente fornecida em polegadas cúbicas. Portanto se um motor for classificado como .40, significa que a cilindrada do mesmo é 0,4 polegada cúbica. 
Outra característica é quanto ao tipo de ciclo utilizado, 2 tempos ou 4 tempos. Os motores 2 tempos são os mais comuns e baratos, e são indicados para o iniciante. Os 4 tempos são motores que fornecem menos potência final, se comparados com um 2 tempos da mesma cilindrada, porém tem a vantagem de oferecer mais força em baixa rotação, além do ruído ser mais realista. Por esta razão, os modelos normalmente trazem duas especificações de motor, para 2 tempos e para 4 tempos. Para substituir um .46 2 tempos, por exemplo, será necessário um .70 4 tempos. 
    
Finalmente, deve-se levar em consideração a presença ou não de rolamentos no motor. Um motor com rolamento, comparado com um sem rolamento na mesma cilindrada oferece cerca de 50% a mais de potência. Claro que esta diferença reflete no preço.
    Em resumo, para iniciar prefira um motor de 2 tempos dentro da cilindrada solicitada pelo aeromodelo escolhido. Para treinadores normalmente se utiliza motores .40 a .46. Se o fator financeiro permitir, prefira um motor com rolamentos pois o investimento compensa, visto que este motor tem mais possibilidades de uso para um futuro modelo mais avançado. Se a economia for fator de escolha, fique tranqüilo, que um 2 tempos sem rolamento irá lhe atender sem problemas. 
    


Os tipos de motor mais comuns:
 
  • Glow   2 tempos - Este é o motor mais simples e também o mais barato e é a opção da maioria dos iniciantes. O motores glow funcionam com base em um vela incandescente que precisa ser aquecida para a partida do motor.
  • Glow 4 tempos - Também funciona baseado em uma vela incandescente, porém utiliza um ciclo de 4 tempos, através de válvulas móveis de admissão e exaustão.
  • Gasolina - Os motores a gasolina são motores grandes para aeromodelos idem. Nestes motores a capacidade cúbica é expressa em centímetros cúbicos  ou  cc. Os menores motores a gasolina são com cilindrada de 23cc podendo chegar até a 160cc.
  • Elétricos - Com a evolução da tecnologia das baterias os motores elétricos estão cada vez mais presentes nos clubes de aeromodelismo. Hoje já existem modelos com até 2 metros de envergadura que utilizam motores elétricos.
  • Turbinas - É o que existe de mais sofisticado em termos de motorização. Também conhecidas como jatos, são miniaturas das turbinas reais utilizadas em aviões escala cheia. 
Fonte: AEROBLU - União Blumenauense de Aeromodelismo

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Micro aeromodelos elétricos

Um dos problemas dos motores elétricos comuns, principalmente daqueles usados em montagens mecatrônicas com alimentação por pilhas e baterias, é o baixo torque e elevada rotação, resultantes de potências baixas. No entanto, com motores muito leves e baterias compactas é possível usar esse tipo de propulsão num tipo de montagem bastante crítica: os aeromodelos. Conheça, neste artigo, a tecnologia dos micromotores e das baterias compactas que abrem uma nova gama de aplicações para esses dispositivos.

A resistência do enrolamento de o de cobre dos motores de corrente contínua é o principal limitador da potência desses dispositivos.

Se usarmos os muito grossos, de modo a obter baixas resistências e, com isso, elevadas correntes, nos deparamos com a falta de espaço para fazer os enrolamentos, resultando assim em poucas espiras. O resultado é tal que, o que ganhamos com corrente perdemos com o número de espiras.

Como o número de espiras (juntamente com a corrente) determinam a intensidade do campo magnético produzido e portanto o torque, esse tipo de motor tem sua potência bastante limitada.

É por esse motivo que, a não ser em algumas aplicações muito limitadas de aeromodelos, os motores elétricos não têm o mesmo desempenho dos motores a explosão ou as turbinas. De fato, apenas modelos muito leves ou ainda que não exigem potências elevadas podem operar com motores elétricos comuns.

Não obstante, diversas empresas têm conseguido fabricar motores extremamente pequenos que, aliados a baterias muito leves e compactas possibilitam a montagem de aeromodelos extremamente leves e pequenos. Assim, partindo dos motores comuns é possível hoje elaborar aeromodelos elétricos de bom desempenho.

Podemos tomar como exemplo o da figura 1 que consiste num aeromodelo elétrico que utiliza um motor de corrente contínua alimentado por pilhas.

Aeromodelo com motor comum de corrente contínua

Entretanto, se quisermos algo mais avançado, precisamos pensar em outro tipo de solução, tanto em termos de motor como de fonte de energia, ou seja, pilhas e baterias.

Para alimentar os motores de aeromodelos que precisam ser muito leves, não podem ser usadas baterias ou pilhas comuns que são muito pesadas. Existem então microbaterias de Li-Polímero, extremamente compactas, se bem que sua capacidade em termos de duração não seja das maiores.

Elas servem, porém, para alimentar os motores num vôo de curta ou média duração. Na figura 2 temos um exemplo desse tipo de bateria. Para mais informações sobre esse tipo de bateria, sugerimos visitar o nosso post Baterias de Lithium Polymero (Li-Po).



Para que o leitor tenha uma idéia das dimensões desses motores, veja na figura 3 um deles, colocado sobre uma moeda.
No site da RC Micro World Online você poderá descobrir mais sobre esses micromotores e muito mais sobre aeromodelos que voam dentro de casa (indoor modeling). Observe na figura 4 o que você pode fazer usando uma microbateria e um micromotor.

Esse aeromodelo, conforme pode-se ver no site da empresa Plantraco Hobbies , é radiocontrolado, podendo voar facilmente dentro de casa! Seu preço nos Estados Unidos é de 299,99 dólares. A freqüência de operação do RC pode ser de 890 MHz ou 900 MHz.

Para os que desejam ir além no uso de propulsão elétrica ultraminiaturizada e fazer aeromodelos extremamente pequenos e leves, visitando o site de empresas como a Plantraco, é possível descobrir diversos acessórios interessantes como sistemas de radiocontrole (RC), servos e muito mais que lhes possibilitem desenvolver seus próprios projetos.




Estes micro-servos podem ser usados para movimentar leme e aps de um aeromodelo. As principais vantagens desses dispositivos são seu peso e consumo, extremamente baixos, que os tornam ideais para montagens miniaturizadas.

O receptor da Futaba visto na figura 5 pesa apenas 8,5 gramas, enquanto o receptor exibido na figura 6 pesa apenas 4 gramas.

E para completar a gama de acessórios podemos contar com servos e atuadores extremamente pequenos, veja os exemplos da figura 7 O conjunto mostrado inclui numa pequena placa de apenas 4 gramas: o receptor e dois servos operando na faixa de 72 MHz.

Na Mecatrônica

A disponibilidade de micromotores, baterias compactas, sistemas de radiocontrole, servos e outros mecanismos extremamente pequenos abre enormes possibilidades para os leitores que pensam em projetar microrobôs e outros microdispositivos mecatrônicos.

De fato, robôs que cabem na palma da mão, que sejam controlados remotamente por sistemas de rádio e que tenham funções complexas podem ser elaborados com base em tais dispositivos.
  
Uma empresa que fornece componentes para microrobots é a Didel de Lausane – Suiça. Um produto dessa empresa é o Swisbot Stamp, que opera controlado pela porta RS-232 de um computador e pesa apenas 37 gramas! Na figura 8 vemos o aspecto desse microrobot.


Conclusão

A disponibilidade existente no mercado de motores extremamente pequenos e de baterias compactas, além de diversos outros dispositivos em dimensões e pesos muito pequenos abre caminhos para o projetista de microdispositivos mecatrônicos.

Do aeromodelo ao robô, o leitor teve neste artigo uma pequena demonstração do que pode ser feito. Muito mais pode ser encontrado com uma boa exploração do tema na Internet.

*Originalmente publicado na revista Mecatrônica Fácil - Ano 6 - Edição 36 - Set/Out/07

Newton C. Braga - Site Mecatronica Atual
 

sábado, 22 de janeiro de 2011

REGULAGENS DE MOTORES INSTALADOS

Motor 2 tempos, glow com problemas de funcionamento.

Algumas observações sobre esse incoveniente que tanto nos aborrece e atrapalha um divertido e relaxante final de semana de vôo!

A primeira coisa que se deve ter em mente é que o princípio básico de funcionamento de um motor 2 tempos é que, no primeiro tempo ele aspira o ar e combustível pelo carburador (pistão descendo no cilindro) que dosa a mistura ar+combustível para, em seguida, comprimir essa mistura ao máximo na câmara e provocar uma detonação (2° tempo) no composto que, por sua vez, empurra o pistão para baixo e assim se segue na sequencia; aspira/detona – aspira/detona...

Pois bem, no motor gasolina, no momento exato da detonação, a vela recebe uma descarga altíssima de energia que a faz soltar uma faísca entre os eletrodos. Nesse momento ocorre a explosão.

Já nos motores glow, a partir do primeiro momento em que o motor funciona (colocando-se o “Ni” na vela) o filamento aquece permanecendo “aceso” nas demais detonações proporcionando o funcionamento regular do motor.
Ni-starter


A invenção dessa “vela” (glow plug) possibilitou um desenvolvimento fantástico no aeromodelismo por conta de facilitar a miniaturização dos motores, assim como reduzir consideravelmente o peso e custo de fabricação.

Entretanto, o princípio de funcionamento das velas é o mesmo de um “sabonete”, ainda que mal comparado.

Quando nova a vela tem seu filamento na espessura ideal. A medida que vai sendo usada ela vai liberando partículas de seus elementos de composição que lha vão tornando “envelhecida”.

Muitas das vezes, uma vela, ainda que esteja “acendendo”, pode não proporcionar um bom funcionamento do motor, por conta de estar fraca.

Uma vela adequadamente usada, segundo o tamanho do motor, possibilita um melhor funcionamento do mesmo: 
Vela


OS #A3, para motores até .42;

OS #A8, para motores de .45 a .61;

OS #A5, para motores de .90 para cima.

Estando em ordem a vela e o combustível, que, de preferência não deverá ser muito velho, e carregado que esteja o “Ni”, o procedimento básico de regulagem se dá da seguinte maneira:

a) fechar a agulha de alta totalmente, porém sem arrochar para não danificar a sede;

b) abrir cerca de 3 voltas completas e ligar o motor;

c) ele funcionará mais “gordo” por conta da mistura estar com mais combustível que ar;

d) mantendo-se a borboleta do carburador totalmente aberta, fecha-se a agulha de alta vagarosamente, até que o motor dê seu rendimento total de forma homogênea. A partir de então, volta-se dois “clic’s” nessa agulha para que ela não se torne pobre em vôo;

Um erro normal de se acontecer é o Piloto afinar em demasia o motor e então, por excesso de aquecimento ou mesmo mistura pobre demais, acaba por apagar em vôo.

O ideal é manter sempre a mistura levemente rica. Isso facilita a lubrificação e resfriamento do motor o que, sem dúvida, proporcionará um funcionamento regular e maior longevidade da máquina.

Essa é a afinação da máxima.

A afinação da lenta, se dá, regra geral, da seguinte forma:

a) mantenha a marcha lenta por alguns segundos;

b) acelere bruscamente;

c) se o motor acelerar “engasgando”, vá fechando a agulha de lenta (sentido horário) em minúsculas voltas e repetindo sempre a aceleração brusca até que ele responda instantâneamente;

d) se, ao contrário, o motor apagar, abra a agulha da mesma forma, ou seja, em minúsculas voltas, até que ele responda de forma ideal.

Lembre-se sempre de usar hélices compatíveis com os motores e que elas estejam balanceadas.

Percebam que essas dicas são para motores já amaciados, que estejam devidamente instalados nos aeros e que estão dando “problemas”.



Fonte : Aerofanaticos

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

MOTOR OS SIRIUS FR7-420



Este artigo é uma homenagem ao nosso amigo Fabinho3D, um amante dos modelos a combustão. Procurei na net algo para que enchesse os olhos de quem gosta desta categoria foi então que achei  esta pequena jóia, a mais recente adição à linha de motores OS de 4 tempos é o Sirius FR7-420, motor radial de 7 cilindros.




O motor possui sete cilindros de 9.95cc (.607 cu. in.) cada, num total de 69.65cc (4.25 cu. in.).
A hélice recomendada é entre 22×20-12 e 26×8 para uma operação de entre 1.500-7.000 rpm, em aviões de 40% de escala, com preço sugerido de US$ 3,499.99.






ESPECIFICAÇÕES
Stock Number: OSMG1307
Cilindrada: 0.6071ci. 0.6071ci. x 7 x 7
Deslocamento Total: 69.65cc (4.25ci).
Diâmetro: 0,944 em (24,0 mm)
Curso: 0,866 em (22,0 mm)
RPM: 1,500-7,000
Peso: 111,7 onças (3,167 g)
Hélices: 22×10/12 – 26×8
Preço: US$ 3499,99


 
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