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sexta-feira, 13 de abril de 2012

Montagem do Tucano T-27 AFA - contribuição do leitor


Estou postando aqui uma constribuição vinda através de nossa Fanpage no Facebook, vinda do Antonio Carlos, trata-se de sua experiência na montagem de um Tucano T-27 padrão AFA, muito bonito mesmo, acompanhem o relato...


Olá a todos da Escolinha de Aeromodelismo, estou aqui para compartilhar o meu simples feito. Um Tucano T-27 AFA com 1,05Mt de envergadura. Motor emax-2822, Pack 1500mha, rádio 4 canais hk e receptor 6ch hk. 







Abaixo, outro vídeo...





Este foi apenas os testes iniciais para a construção do conjunto de luzes de navegação que estou fazendo usando o PIC.

Obrigado Antonio Carlos, e os demais leitores interessados em compartilhar suas experiências, façam como ele, entrem em contato através de nossa fanpage no Facebook.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Como programar um rádio: Parte 2

Segue agora a segunda parte da matéria: Como programar um rádio de autoria do MadfoX no site Aerotaguá.

Programação de Rádios - Parte II
Na última matéria sobre programação de rádios, abrangemos os aspectos básicos de programação, como reversão de servos, curso máximo e mínimo dos mesmos, dual-rate, exponenciais e etc... Hoje vamos falar de coisas mais avançadas, como por exemplo flaperon, diferencial e etc.
Mixagens Básicas:

Os rádios atuais tem uma ampla gama de mixagens possíveis, mas normalmente algumas já vem pré-configuradas de fábrica e estão prontas para uso, diretamente ao alcance de um click no botão de programação... As mais comuns são: Elevon (Profundor+Aileron), Flaperon (Aileron+Flaps), Diferencial (Dois servos para o aileron, sem flaps), Leme > Aileron, Aileron > Leme, e Flap > Profundor.
 
Função: ELEVON
Outros nomes: DELTA, EVN, ELV, ELEVN, Spoileron
O que faz: Usando os canais de profundor e aileron juntos, mistura suas funções para que se possa utilizar aviões sem cauda.
Como usar: Alguns aviões com asa em delta e asinhas voadoras não tem as superfícies de deriva, estes aviões só voam se os ailerons também funcionarem como profundores, para isso, ativa-se a função Elevon e trabalha-se com os marcadores positivos e negativos até que o resultado seja o seguinte: Ao se cabrar, ambas as superfícies se levantam. Ao picar, as duas superfícies se abaixam. Ao se aplicar aileron pra direita, a superfície direita sobe e a superfície esquerda desce. Ao se aplicar aileron para a esquerda, a superfície direita desce e a esquerda sobe. Procure também manter o comando de aileron em 50% em relação ao profundor. Isso deixa o avião mais manso e equilibrado.
 
Função: FLAPERON
Outros Nomes: FLAPR, FLAPRN, AILAFLAP, AFLAP, CROW, D/F
O que faz: Utilizando-se os canais de aileron e flap juntos, simula-se flaps em aviões originalmente SEM flaps, movendo os dois ailerons simultaneamente para cima ou para baixo.
Como usar: Liga-se cada superfície de comando do aileron respectivamente nos canais de aileron e flap, então ativa-se a função flaperon e trabalhe com os marcadores positivos e negativos até obter-se o seguinte resultado: Ao se acionar o freio do flap, ambas as superfícies se levantam. Ao baixar os flaps, as duas superfícies se abaixam. Ao se aplicar aileron pra direita, a superfície direita sobe e a superfície esquerda desce. Ao se aplicar aileron para a esquerda, a superfície direita desce e a esquerda sobe. Utilize a função freio apenas no solo!!!! No ar, perde-se muita sustentação e aí é queda certa.

Função: DIFERENCIAL
Outros nomes: DIFERENTIAL, DIFF, DIF, DFL, DTIAL
O que faz: Utilizando-se dos canais de aileron e primeiro auxiliar, esta função permite ter um servo separado para cada aileron. Difere do FLAPERON por nunca mover as superfícies na mesma direção, e por poder regular a incidência do avião quando em roll.
Como usar: Ao se ativar a função Diferencial, o canal do aileron é duplicado normalmente no canal do primeiro auxiliar, então pode-se inverter este canal e regular seu Endpoint até que o avião faça rolls perfeitos para ambos os lados, sem "barrilzar" nenhum...
 
Função: LEME > AILERON
Outros nomes: RUDDER>AILERON, RUD>AI, R/A, 4-1, PITCH
O que faz: Combina o comando de leme com o aileron, de forma a corrigir atitudes indesejadas do avião quando da aplicação do comando de leme.
Como usar: Normalmente, quando se dá comando de leme em um avião, a perda de velocidade na meia-asa para a qual foi dado o comando de leme faz com que o avião "tombe" para o mesmo lado para o qual foi aplicado o leme... Porém, alguns aviões (ex.: U-Can-Do 3D) tem a mania feia de "tombar" para o lado contrário, complicando muito a vida do piloto na hora de fazer uma faca ou outra manobra qualquer que dependa de leme. Esta mixagem faz com que o aileron se mova juntamente com o leme, sempre que o comando de leme for aplicado. Assim, o avião é "obrigado" a tombar sempre pro lado certo, corrigindo-se o problema. Normalmente, basta acionar a função e aplicar a quantidade de aileron necessária para a correção do problema. (U-Can-Do 3D: 18% de aileron)
 
Função: AILERON > LEME
Outros nomes: AILERON>RUDDER, AIL>RUD, A/R, 1-4, RPITCH
O que faz: Combina o comando de aileron com o leme, de forma a facilitar a resposta do avião quando da aplicação do comando de aileron.
Como usar: Alguns aviões tem muita dificuldade de fazer curvas utilizando somente o aileron (ex.: Piper J3Cub, Paulistinha), assim como alguns outros fazem curvas somente com o aileron, porém suas caudas ficam caidas, de modo que a curva fique "feia" (ex.: P-51 Mustang, T-27 Tucano, Albatroz 60). Esta mixagem corrige o problema aplicando um pouco de leme sempre que o comando de aileron é aplicado. Isto "arredonda" as curvas e facilita muito o controle do avião coordenando a curva (como em um avião real, onde se dá comando do tipo "pé-e-mão"). Ao se ativar esta função, sempre que o aileron for movimentado, o leme se move junto. Recomenda-se aplicar o comando aos poucos (normalmente começa-se em 5% e vai se aumentando de 5% em 5%), até que o problema seja sanado.


Função: FLAP>PROFUNDOR
Outros nomes: FLAP>ELEVATOR, ELEVATOR-FLAP, 6-2, F/E, ELVFLP, E/F, ELECROW
O que faz: Corrige a alteração do Centro de Pressão da asa.
Como usar: Em alguns aviões, ao se aplicar os flaps, a brusca alteração do centro de pressão da asa faz com que o nariz se abaixe e a cauda suba (o que parece muito com uma picada, mas a altitude normalmente não se altera muito). Esta mixagem corrige este problema aplicando um pouco de profundor para cabragem sempre que se dá o comando de flap. Aconselha-se ir aplicando este comando aos poucos, de 5% em 5%.

TABELINHA DE CANAIS DE RÁDIOS

Para facilitar a vida, vou listar abaixo as marcas de rádio mais comuns e suas definições de canais.

Futaba:
1 - Aileron
2 - Profundor
3 - Acelerador
4 - Leme
5 - Trem de pouso
6 - Flap
7 - Aux1
8 - Aux2


JR/Spektrum
1 - Acelerador
2 - Aileron
3 - Profundor
4 - Leme
5 - Trem de pouso
6 - Flap/Aux1
7 - Aux2
 
Airtronics
1 - Profundor
2 - Aileron
3 - Acelerador
4 - Leme
5 - Trem de pouso
6 - Flap
7 - Aux1
8 - Aux2

Hitec
1 - Aileron
2 - Profundor
3 - Acelerador
4 - Leme
5 - Segundo Aileron/Trem de pouso/Aux1
6 - Flaps
7 - Segundo Aileron/Aux2
8 - Aux3
9 - Aux4

Fonte: Aerotaguá por MadfoX

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Como programar um rádio

Em minhas andanças diárias na net a procura sobre artigos de aeromodelismo achei um muito útil e gostaria de compartilhar com voces, programação de rádios computadorizados, achei no blog aerotagua de autoria do MadfoX. Segue o artigo na íntegra:


Tenho visto muita gente apanhando na hora de programar seu rádio, às vezes com conseqüências trágicas...
Às vezes o problema é causado apenas por problemas de LPM¹, outras vezes é por desconhecimento do que faz cada função, outras ainda, é por completo desconhecimento do inglês.
Pra piorar tudo, cada fabricante dá uma nomenclatura diferente pra cada função, dificultando ainda mais o aprendizado.
Neste post vou tentar explicar o que é, pra que serve e como usar as funções mais comuns de todos os rádios. Espero que gostem...
Vamos lá:

Função: Endpoint
Outros nomes: ATV, EPA, EndPoint, TMAX
O que faz: Determina o ponto máximo de movimento do servo
Como usar: Ao montar um servo, verifique se a superfície de comando está defletindo somente o necessário para que se mantenha o correto funcionamento da função. Caso esteja faltando movimentação do braço do servo, aumente o Endpoint daquela função. Caso esteja defletindo demais, diminua o endpoint. Esta função é muito útil para se determinar onde o servo para de virar, evitando assim eventuais quebras de servo e/ou linkagens.


Exemplo da função EndPoint
 


Função: Reverse

Outros nomes: REV, RTS, RVL, Reversal
O que faz: Inverte o movimento do servo
Como usar: Ao montar um servo, se o movimento dele estiver invertido, usa-se esta função para fazê-lo girar para o lado certo.


Função: Dual-Rate
Outros nomes: DualRate, DR, D/R, D-Rate
O que faz: Cria dois valores máximos de movimento do servo.
Como usar: Alguns aviões são muito ariscos quando em alta velocidade e muito mansos quando em baixa velocidade (Ex.: Funtana S40), nestes casos deve-se utilizar o Dual-Rate para reduzir o comando do servo quando em alta velocidade. Normalmente usa-se de 30% a 50% do comando normal quando em baixo comando. Alguns rádios possuem a função triple rate, que cria ao invés de duas, três posições de rate, mas a programação se dá da mesma forma.

Exemplo de uso do Dual-Rate




Função: Exponencial
Outros nomes: Exponential, Exp, XP, Expo, Xpo
O que faz: Altera o local de máximo e mínimo movimento do servo.
Como usar: Alguns aviões tem grandes superfícies de comando e/ou são muito ariscos em qualquer velocidade. Para estes aviões, existe a função exponencial, que tem o "poder" de amaciar o comando na zona de pilotagem (aquela onde movimentamos os servos apenas o necessário para manobrar o avião na direçao necessária), mantendo porém o índice total de deflexão (endpoint) inalterado. Esta função é muito útil quando o seu avião tiver grandes superfícies de comando e for complicado ficar batendo chaves de dual-rate. Normalmente um fator exponencial de -50% costuma amaciar qualquer avião. Caso seu avião esteja "manso demais" pode-se usar o exponencial positivo para deixa-lo mais esperto!

Exemplo de uso do Exponencial


Outro Vídeo, explicando DUAL RATE e EXPONENCIAL


Função: Sub-Trim
Outros nomes: Center, Sub, STRM, Stm, CNT
O  que faz: Ajusta o ponto central de movimento do servo
Como usar: Após instalar todos os servos do seu avião, retire os braços dos servos e ligue o rádio. Eles irão "centralizar", então, coloque os braços de volta nos servos e verifique se as superfícies de comando estão "zeradas",  caso esteja, ok, não faça nada, caso não estejam, usem a função Sub-Trim para deixar todos os comandos bem alinhados. O uso desta função ajuda bastante na hora de trimar o avião.


Função: Model
Outros nomes: Memory, MSEL, SEL, ModelMemory, Model Memory
O que faz: Seleciona a memória de modelo a ser utilizada naquele momento.
Como usar: Quando comprar um novo avião, ou desejar adicionar outro avião ao seu rádio, utilize a função Model para selecionar uma memória vazia para armazenar os parâmetros do avião em questão.


Função: Elevon
Outros nomes: Elevn, Delta, Dlt, Elvn, Eln, Elv, F-Wing, F/w
O que faz: Executa uma mixagem entre o profundor e o aileron
Como usar: Em aviões delta ou asas zagi, só existem duas superfícies de comando: Elevon direito e Elevon Esquerdo, estes aviões necessitam desta função especial que faz com que os elevons trabalhem tanto como profundor quanto como aileron, para usar, basta ligar a função e fazer a reversão de servos se for necessária.
Por hoje é só, pessoal... Caso gostem, semana que vem posto as programações avançadas do rádio, e na outra semana, exemplos reais de programação avançada...
Espero que ajude! Abraços a todos!

Em breve a segunda parte.
Fonte: MadfoX no excelente blog Aerotagua

segunda-feira, 16 de maio de 2011

O.S. se rende ao futuro e lança linha de motores elétricos


A famosa fabricante de motores glow, a empresa O.S. que já possui 75 anos de história finalmente se rendeu à tecnologia dos elétricos e lançou uma linha de motores de alto desempenho que prometem tomar conta do mercado de motores brushless.


Foram lançados os motores com equivalência glow .25, .30, .40 e .50. Cada motor vem com um sistema de ventilacão especial que aumenta a eficiência e produz mais potência.

E ela ainda promete uma linha especial para helicópteros, ducted fans, nautimodelismo e automodelismo em breve!

Dentre as características dos motores estão:

  • Carcaça com maior espessura para maior resistência a distorções.
  • 3 rolamentos de alta qualidade.
  • Desenho da parte traseira mais rígida e segura que os concorrentes.
  • Pequeno comprimento do motor para facilitar a montagem em aeromodelos de frente curta.
  • Adaptador de hélice em aço inoxidável.
  • Placa traseira, eixo da hélice e plugs banhados a ouro.




sexta-feira, 6 de maio de 2011

Tabela de conversão de motores Glow para Elétricos

Esse post é dedicado ao comandante Daniel, o nosso melhor "conversor" de aviões glow para motorização elétrica, que recentemente teve mais um sucesso na conversão de seu Yak54. Agora e para quem não sabe qual motor equivale a qual? Para estes trago aqui uma tabela que resolve este problema.
Segue abaixo uma tabela de conversão de motores glow para elétricos retirada do fórum da E-vôo de autoria do caioect.  

Glow 2t  Peso Potencia Estator kv LiPO Motor elétrico equivalente
(g) (w)
0.049 500 125 2210 1200 3s Emax 2210, KD 22-10  TP 2410, AXI 2212
0.10 800 200 2215 1100 3s Emax 2215-20, KD 22-15, AXI 2217
0.15 1.000 275 2810 1000 3s Emax 2810, TR 35-30, TP 2908, AXI 2808
0.20 1.400 350 2815 900 3s Emax 2815, TR 35-36, TP 2915, AXI 2814
0.25 1.600 400 2820 900 3s Emax 2820, TR 35-42, AXI 2820
0.32 1.800 450 2820 900 4s Emax 2820, TR 35-42, AXI 2820
0.40 2.000 500 2826 850 4s Emax 2826, TR 35-48, AXI 2826
0.46 2.500 625 3520 700 5s Emax 2832 (4s), TR 42-50, TP 3520, AXI 3520
0.52 2.800 700 4020 600 5s TR 50-55, TP 4120, KD 50-12S, AXI 4120
0.60 3.300 825 4020 500 6s Emax 4020, TR 50-55, TP 4120, AXI 4120
0.90 4.200 1050 4030 400 8s Emax 4030, TR 50-65, TP 4130, AXI 4130
1.20 5.600 1400 5320 280 9s Emax 5335, TR 50-65, HXT 63-64, AXI 5320
1.60 7.000 1750 5330 230 10s Emax 5335, HXT 63-64, AXI 5330
2.20 9.000 2250 5345 180 11s TR 80-100, AXI 5345
3.00 12.000 3000 7055 130 12s TR 80-100, AXI 5360

Uma observação: Antes de começarem a jogar pedras, segundo o autor da tabela, estes valores são referentes à potência desenvolvida próxima a máxima eficiência, como por exemplo, o Emax 2826 suporta um peso de até 2.650g e aqui está como 2.000g.

sábado, 30 de abril de 2011

Festa dos Yaks movida a galinha caipira

Yak55 ja pela metade

Na noite de sexta feira foi montada na sede do Hangar do Juçara uma verdadeira farra dos Yaks com a montagem de 2 aeromodelos, um Yak 54 recem adiquirido pelo comandante Daniel que estava sendo convertido de combustão para elétrico e a montagem do meu pequeno Yak 55 comprado no Asas Elétricas.

Yak 54 de Daniel

Contamos com a ilustre presença de Fábio Fita Barbosa, aspira Reginaldo, Mesaque, Felipe, comandante Daniel, eu e uma galinha caipira cozida para dar forças aos montadores noite a dentro.

comandante Daniel com seu aero e o cantor à esquerda

parece que o FFB gostou mesmo da penosa...rsrsrsrs



O Yak54 de Daniel foi comprado por ele do piloto Wescley que o tinha montado a combustão mas não se deu muito bem com ele, a eletrônica montada realmente casou perfeito com o aero, um motor Scorpion da Hyperion com capacidade de até 4kgf de empuxo e um speed de 80A.
esse motor Hyperion é uma verdadeira obra de arte

Já meu Yak55 foi montado com a eletrônica de meu Tiger, recém aposentado, só não deu de aproveitar 2 servos extamente por estes servos apresetarem problemas, o motor é um elétrico "amarelinho" de 1290kv que sobrou para o pequeno peso de 630g do aero.

Vejam as demais fotos da montagem do pequeno Yak55.
















terça-feira, 26 de abril de 2011

Aero novo na área: HYPERION YAK 55 SP "10" ARF - BLACK

Para finalmente poder aposentar o meu Tiger já veterano de guerra (e quedas rsrsrs), troquei por um novo aero dessa vez o meu avião da diversão (eu tenho sempre 3 aviões, um pequeno pra me divertir, um tucano de 1,20m para vôos escala e uma maior, extra 300). 

meu Tiger que vai ser aposentado
Agora a principal novidade é a mudança de material, sempre os meus pequenos foram de isopor sendo apenas o Extra 300 de Balsa, mas agora vou migrar de material para a madeira balsa e o primeiro escolhido foi o Yak55 SP "10"- Black da Hyperion, escolhi esta marca depois de ver o extra que o comte. Daniel comprou com acabamento muito superior ao meu extra que é da The World Models, o pequeno aeromodelo foi comprado no Asas Eletricas através de uma bela promoção por apenas R$ 211,00 eis as características do avião segundo o site:


Estes são algums dos mais lindos modelos ARF que já vimos. Peças cortadas com laser de alta precisão, juntas super bem coladas, entelagem perfeita com esquema de cores fantasticas, 98% completo para não perder tempo montando, e espere que ainda tem mais....



A Hyperion fabricou em Fibra de Vidro super leve e resistente os Cowls destes modelos, e pintou a mão um por um com as mesmas cores numa sincronia perfeita com o resto da padronagem.
E já que estavam com a mão na massa, aproveitaram e fizeram o mesmo com os ultra transparentes canopys!! 



O Kit inclui dois tipos de montantes, tipo BOX ou caibro de 1x1 o que acomoda diversos tipos de motores.
O trem de pouso incluso é o mesmo que ja temos a venda em nossa loja, leve, lindamente acabado e resitente.
Bom se você ja estava achando que iria montar um destes modelos e por na estante e ficar babando em cima, prepare-se para mudar de idéia quando souber que eles são voadores fantásticos!! Rápidos, precisos e prefeitos. É só escolher a manobra que ele faz!!!
Equipamento recomendado:

Motorização/Speed control/Bateria/Helice:
• Hyperion ZS2209 24 + ESC ThunderBird 18+ 3S 1300mA + APC 9X4,7SF
• E-MAX BL2215/20 + ESC EMAX 25A + 3S 1300mA + APC 9X4,5SF

Servos: 4 x Micro (2 aileron, 1 Profundor, 1 Leme)
Sugerimos p/ performance: InoLab HG-D202MG / E-Max Servo 8G Digital Metal Gear
Sugerimos econômico: E-max 8g
Transmissor / Receptor: Minimo de 4 canais








YAK-55
Envergadura
980 mm (38.6")
Tipo de Asa
Semi-Simetrica
Duas-Peças, Removível
Comprimento
806 mm (31.7")
Carga Alar
17.3 dm2 (268 sq. inch)
Peso do Kit
340 g (12 oz)
Peso Võo
660 g (23.5 oz.)
Servo
4 servos

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Introdução ao FPV

INTRODUÇÃO: Vou tentar explicar em tais fundamentos simples da prática de Aeromodelismo, pilotado por vídeo (FPV). Este não é um guia, mas uma história simples sobre a FPV. Pouco a pouco iremos acrescentando novos tutoriais.

O modelo de avião pilotado por câmera de vídeo (FPV de visão em primeira pessoa em Inglês) refere-se basicamente ao piloto do avião R/C através de um sistema de vídeo sem fio. O sistema de vídeo vai dar ao piloto a mesma perspectiva visual que "como se estive dentro do avião".
O aeromodelista deixa de ver seu avião da terra para vê-lo apartir do ar ...

De que eu preciso?

Ter experiência em nível médio ou avançado em aeromodelismo. Muito familiarizado com a área onde se está indo voar (com mapas ou fotos do tipo terra da área do google.)

Podem ser divididos em 2 grupos: Equipe de Vôo e Equipe Terra (base em solo). Ambas as equipes vão assistir o "piloto poder ver o que o avião vê."

Equipamento de vôo: avião modelo completo, câmera, o transmissor de vídeo do computador (Tx), antena Tx, baterias para alimentar a câmera e um transmissor, os servos para movimentar a câmera de vídeo (opcional), modem de telemetria (opcional), de dados sem fio (opcional).

Equipamento de terra: Transmissor R/C, receptor de sinal de vídeo convencional (Rx), receptor de vídeo por satélite (Rx), equipamento para visualização de imagens ou óculos virtual ou monitores e bateria.

Dito isto vou detalhar cada uma das componentes:


Detalhes de equipamento de vôo:

AVIÃO:

Eu não vou me extender muito, vou apenas dizer que qualquer avião R/C seria válido, em princípio, só tem de ter capacidade de voar com a "carga extra" peso do equipamento de vôo. Alguns gostam mais de aviões mais lentos (ideal para o aprendizado) e planadores ou modelos de asa alta e outros mais acrobáticos, e sendo que nestes o piloto tem que ser experiente em FPV.

Aviões elétricos são preferidos por questões de segurança, pequenas vibrações e peso final. Dentro dos materiais elétricos, tais como aviões de ISOPOR ou similares são ideais para o aprendiz FPV. Sem pretender fazer qualquer publicidade, o Multiplex EasyStar FPV é o treinador mais bem sucedido. Suas qualidades como a direção fácil em alta ou baixa altitude, por ter a hélice para trás, capacidade de carga, o desembarque rápido no FPV e, especialmente, seu duro choque faz com que todos os seus proprietários recomendo para iniciantes. O Easyglider, partes as mesmas vantagens que o EasyStar mas tem seu hélice na frente da câmera (alguns tem modificado e colocado o motor por trás).
FPV também voa helicópteros, quadrcópteros, parapente e asa-delta. Nós recomendamos começar pelos modelos de asa fixa e uma vez testado e equipamentos de vídeo e experiência, vá a outros sistemas, se desejar.


CÂMERA:
O ideal é o uso de mini ou micro câmeras por seus tamanhos e baixo peso. Existem dois tipos, aqueles com sensor CCD e os que possuem sensor CMOS. O CCD é o mais indicado. CCD tem a melhor qualidade de imagem do que CMOS, CCD também é mais tolerante com ruídos elétricos provenientes de um motor elétrico, glow ou o TX.
O problema com CMOS é que a imagem é afetada por cargas eletromagnéticas (por exemplo, o motor elétrico em execução). Outra desvantagem e grande é que se eu voar com uma câmera CMOS, o sol brilha sobre a imagem, ela fica preta por alguns segundos até que ele retorne ao normal. Estes segundos "negros" deixam o piloto sem imagem com suas conseqüências. O CMOS tem balanço de branco ruim em situações de movimento (de vôo).




As câmeras também são classificados de acordo com seu tamanho do sensor: pode ser 1/2, 1/3 ou 1/4. As FPVs mais comumente usadas ​​são o 1/3 e 1/4, nesta ordem.

Lentes da Camera: As lentes mais usadas são as que dão um ângulo de visão entre 60 e 110 graus. Para os iniciantes, é melhor aprender com uma lente grande angular (80 a 100 graus), pois melhora a visão e a localização do piloto.
Traduzido para a linguagem das lentes seria algo como lentes de 4 mm a 2,5 mm, no mínimo, quanto menos mm se tem é a lente que tenho mais cobertura angular (2,5 mm = 120 graus em câmaras de cerca de 1/3). No entanto, uma lente de "X" mm não têm o mesmo campo visual em uma câmara em semelhante. Isso ocorre porque existem lentes específicas para sensores de 1/2, 1/3 e 1/4. Assim, para saber o ângulo que eu tenho direito do campo visual, tem que saber se o meu sensor é 1/2, 1/3 ou 1/4. Estes dados são fornecidos pelo fabricante da câmera e da lente. É melhor usar uma lente de câmera para uma troca. Para dar um exemplo que usam lentes são CS tipo de montagem, montagem de mesa, etc Os mais utilizados são o tipo FPV "Board Mount". O tipo de lente "Pin Hole ou cabeça de alfinete" não é recomendado para FPV. Uma lente de FPV muito boa é de sensor de 2,8 milímetros 1/3.

Resolução da Câmera: as mais utilizadas são de 380-520 linhas.
Alimentação da câmera: Basicamente, baterias de 12V ou 5V, tem-se que levar em conta ao escolher as pilhas apropriadas e equipamentos elétricos.Normas da camera: Na Europa e na América do Sul utilizam PAL e EUA, Canadá e México NTSC.

Vídeo transmissores TX:

 
Há alguns anos atrás vários testes com diferentes freqüências e competências no Tx. A conclusão foi que na modelagem o ideal é ter pelo menos 200 mW de potência e, em seguida, para 3000 MW (3W). Para o vôo interno utilizado a menos de 500 mW. (Há experiências FPV voando com potência inferior a 200mW, mas são casos muito específicos). A freqüência utilizada é de 2,4 GHz (gigahertz), mas há alguns que usam de 900 MHz ou 1,2 Ghz e 1,3 Ghz. Quanto maior a freqüência (2,4 GHz é de 900 MHz ou superior q), mas "linear" é o sinal. "
2.4 Ghz é comumente usado por causa da ampla disponibilidade de antenas no mercado (a mesma banda como sinais Wi-Fi em computadores).
Tendo pouco ou muita potencia tem seus inconvenientes. Se eu tiver pouca potencia meu alcance será limitado e se eu tenho um muita (3W) poderá interferir com o controle do avião e com o receptor (Rx), apesar da diferença de freqüência. Os mais usados são Tx de 500-1000mW. O melhor é o de 1000mW. Há pessoas que testam o equipamento de 500 MW até 2,5 km do piloto sem problemas. Isto foi conseguido usando Tx, Rx e antenas de boa qualidade. Tambem temos experiências pessoas voando até 6 km, com 3000 MW.
O alcance do sinal não pode ser calculado tendo em conta apenas a potência do TX, mas que entram em jogo um monte de coisas como o tipo de antena de TX, RX, o nível de interferência entre os componentes electrónicos a bordo, as condições meteorológicas; etc
É aconselhável comprar equipamentos onde o TX é fora da câmara, ou seja, Tx pra um lado e uma camera no outro. Atenção: Existem kits no mercado que se unem e câmera Tx (Tx e Camara é um único item.) Sua aparência externa é uma câmera com uma antena saindo dela. (Normalmente Chinês), esses dispositivos não são adequados para FPV.

Antena TX: Uma antena de maior potencia de dBi tem a maior sensibilidade de recepção e transmissão. Dbi também quantos mais tiver, menor será o ângulo de cobertura. Os mais utilizados são antenas omnidirecional 3 dBi. As omnidirecionais são muitas vezes também chamada de "dipolo" (irradiam em todas as direções ao seu lado, menos em suas extremidades).Ao utilizar antenas de mais de 3dBi de potencia se dimunui ângulo de cobertura que aumenta o risco de perder o sinal em curvas apertadas, assim como quando se inclina, desanconselha-se entao, o uso de antenas de 5dbi. A forma mais utilizada em omnidirecional é "rubber duck" tambem conhecida como rabo de rato. São como palitos de menos de 30cm. Tem-se mais sucesso quando de coloca na posição vertical para cima ou para baixo. Há outras posições, mas são utilizados apenas para voos muito específicas (alta altitude, etc.).

BATERIAS: As mais usadas são as lipos devido baixo peso e baixa tensão. Tx e câmeras geralmente têm uma ampla gama de tensão, e um q precisa Tx 12 V iria trabalhar bem com os 11,1 V de uma lipo de 3 células. Se a câmera for 5V ou TX e precisaria de um transformador DC-DC. É comumente utilizada a mesma bateria para TX e da Câmara e um separado para o motor da aeronave. Use 2 baterias. Em menor escala, outros usam uma única bateria que alimenta tudo (aviões de pequeno porte) que exigem maior cuidado na instalação para evitar a interferência.

Movimento da câmera (opcional): Este é em Inglês é chamado de "Pan e Tilt". A mais utilizada é colocar um servo vertical e sobre este, dito de outra horizontal. Com isto como eu tenho os 2 eixos de rotação para movimentar a câmera. Há uma abundância de projetos. A idéia de mover a câmera é projetado para ajudar a orientar o piloto. Como um piloto "real" a câmera móvel irá proporcionar a possibilidade de olhar para o chão e se orientar. Em subidas íngremes e descidas girar a câmera para saber o ângulo do avião em relação ao solo é muito útil. Também é útil quando o sol está baixo e fico com a imagem. Ligue a câmera pode ajudá-lo a evitar ser ofuscado pelo sol. Quanto menor a cobertura da lente da câmera ângulo, terei mais necessidade de movimentos.
Os desenhos pan & tilt vão desde: Movimento em um plano único eixo plana (1 servo) de movimento em um eixo, mas plano inclinado de rotação. Servo é alcançada pela inclinação de alguns graus para baixo (um servo) o movimento em dois eixos, vertical e horizontal (2 servos). Atenção: Não sobrecarregue o consumo eléctrico dos servos da câmara, por q vai precisar usar alimentadores de acordo com o consumo (BEC, ESC, etc)
Links de alguns dos muitos movimentos de câmera (em espanhol):
http://www.aeromodelismovirtual.com/viewtopic.php?t=49
http://www.aeromodelismovirtual.com/viewtopic.php?t=821
http://www.aeromodelismovirtual.com/viewtopic.php?t=692

Telemetria (opcional):
Este é um longo assunto. Telemetria melhora a interação ambiente-piloto. A telemetria é os dados relativos à localização e operação da aeronave. FPV telemetria em modelagem pode ser visto em sobreposição à imagem de vídeo (isso é chamado de ORL-Over Screen Display) ou também pela visão direta e uma montagem simples voltimetro na frente da câmera.
O OSD é conectado entre a câmera de vídeo e Tx. Existem aeromodelistas que fazem os seus próprios dispositivos de telemetria e outros que compram feitos. Telemetria em R/C dá principalmente: Altitude, velocidade, posição, tensão da bateria, distância e posição de decolagem ponto (pista), RPM, variômetro (taxa em q vai para cima ou para baixo do avião). Ele usa equipamentos como GPS, sensores de alta pressão, tubo de pitot, etc. Há muitas casas que fabricam esses dispositivos para R / C. Um modelador disse que o melhor Telemetria q é o olho. Este é um opcional e não um 100%obrigatório. Para ler mais ou comentário ir para a telemetria, fórum ou lojas / fabricantes de telemetria.

MODEM (opcional): Usado por alguns aeromodelistas para transmitir dados de aeronaves e piloto para piloto da aeronave, como alguns tipos de telemetria e dados para o piloto - automático, posição, waypoints, etc Geralmente precisam de um computador no chão para mostrar os dados recebidos. Eles tendem a ser econômicos. Os modems podem ser unidirecional ou bidirecional. O mais comum é que os dados que trafegam no canal de vídeo de áudio Tx (se estiver usando o modem eu não consigo ouvir o áudio do modelo a menos que o vídeo Tx é estéreo, usando um canal para tudo). Instalação: Basicamente Rx de solo é conectado entre o vídeo eo computador. As ligações entre o modelo de GPS e Tx vídeo. Eles são freqüentemente usados ​​como uma redundância de telemetria injetado vídeo (OSD) para construir a confiança.
Para ler mais ou comentário ir ao fórum de telemetria e projetos de UAV / lojas e fabricantes.


Equipamentos:
RADIO R/C: O de sempre. Seria bom ter dois canais livres para o Pan e Tilt dos servos que movimentam a câmera. Q Os mais utilizados são potenciômetros para mover ou servo-sistemas de movimento usando o movimento da cabeça (HEADTRACKING). O headtracking é colocada sobre a cabeça e move os servos aos movimentos deste. Este sinal entra na estação através da pupila de entrada/ professor. Fabricados e vendidos ou há algum aeromodelistas "especialistas" que fazem seu proprio equipamento eletrônico. Para ler mais ou comentário sobre Headtracking eletrônicos vão para o fórum.

sinal de vídeo RX RECEPTOR:

Normalmente se vende em um pacote com o transmissor. Deve ser a mesma freqüência que o transmissor senão não funciona (TX e RX devem ser compatíveis.) O mais utilizado tem 8 canais para escolher. Eles se alimentam normalmente de 12 V e muitos já tem saída RCA Áudio e Vídeo.

ANTENA RX VIDEO :
Sem dúvida, depois de muitos testes em todo o mundo o tipo PATCH (painel) direcional e omnidirecional tipo 3dBi q foram os mais bem sucedidos. Essas antenas são vendidas ou há modelistas que fazem deles. Uma antena de 8 dBi Patch seria o mínimo de qualidade aceitável. A antena de maior ganho de dBi tem a melhor qualidade de imagem que temos. Nos primeiros dias de utilização de um OMNIDRECIONAL 3dBi porque vamos voar raio de 360 ​​graus livremente (há pessoas que voaram para 4 km com esta antena de ambientes livre de interferência). O patch apesar de ter recursos para voar mais longe e mais alto, FPV é para pilotos experientes como sendo "sector" é necessária para permanecer dentro de sua área de cobertura para receber vídeo.
Muitos dizem que a desvantagem de ter um sinal omnidirecional é recebida pelo 360 graus ao redor, sendo capaz de "pegar" a interferência nas populações nas proximidades de aeródromos (Wi-Fi, etc). Em áreas de deserto usando uma omnidirecional, não mente. Se, em vez de usar uma antena, a ser direcional, deve "apontar" para o avião, só assim filtrar interferências de áreas próximas. A antena de maior ganho de dBi tem o menor ângulo de sua cobertura, e um 8 dBi antena pode ser cerca de 90 graus de cobertura, uma antena de 21 dBi é de apenas 20. Se a antena é altamente direcional (de baixo ângulo e dbi muitos) já não ser q úteis e que o avião está em movimento e pode "sair" com facilidade na área de recepção da antena. Há q encontrar com uma antena como a DBI muito e com o ângulo maior cobertura possível. O mais utilizado em antenas patch são 8 e 14 dBi (este último é o mais parecido com eles mesmos).
O patch baixa dbi, pode voar "atrás" deles algumas dezenas de metros.
Para saber mais ou comentar Antenas ir ao fórum.

Equipamento para ver as imagens:
Se os óculos, monitores de TV. Com o desenvolvimento da tecnologia eram mais baratos, por isso os mais usados ​​são os óculos. Os óculos dão a vantagem de um "tele-imersão", que facilita a orientação do piloto. Em alguns modelos precisam uns óculos escuros de fora para apreciar plenamente as imagens (colocar um pano escuro sobre sua cabeça, e assim por diante. Os novos óculos são brilhantes o suficiente para não precisar deste último.
Resolução: o gosto do piloto, maior a resolução terá óculos mais caros. Considere Q se eu tiver uma câmera de vídeo de má qualidade não faz sentido ter óculos de alta resolução (800 x 600).
Outro ponto a considerar é o ângulo de visão (FOV - campo de visão) dos videos. O FOV maior ângulo com óculos de sol, mas "grande" Eu olho para a tela. O mais comumente usado em FPV tem um FOV de 28 ° a 42 ° diagonal. No campo profissional varia entre 80 º a 180 º.FPV é no campo de visão deve ser priorizada sobre a resolução e FOV que quanto mais você tiver, maior será ver a tela e, portanto, obter mais tele-imersão. Óculos geralmente operam em 5 ou 12 V. Para ler mais ou comentário ir para os copos fórum.

FOV OLHO DE IMAGEM DO HOMEM:












BATERIA DA BASE DE SOLO: Nós usamos geralmente baterias 12V chumbo com seus adaptadores. É bom acrescentar miliamperes de cada dispositivo para determinar qual bateria usar. Os mais usados ​​são de 3 a baterias 7A, mas qualquer bateria de carro serve tb. Algumas pessoas também usam lipos 3s (11,1 v) ou NiMH de 10 células.

TÉCNICAS DE VÔO. Sensilas é mais do que você pensa. Este desenvolvido no fórum, mas recomendamos que quando você é um novato FPV, iniciar a contagem em um "spotter", ou seja, alguém que mantêm contato visual com o avião e dizer ao piloto se ele está se afastando demais e você pode orientar qualquer momento de dúvida.
Visite o segmento TÉCNICA DE VÔO FPV:
http://www.aeromodelismovirtual.com/viewtopic.php?t=557

ONDE COMPRAR OS COMPONENTES FPV?
Eu não recomendo comprar no Ebay se você não sabe "exatamente" o que você quer. Se você é um iniciante modo, se abstenham de comprar no Ebay inovar para evitar o risco de comprar coisas, então você não pode fazer. Peça conselhos de pilotos experientes.É melhor comprar em lojas conhecidas e com prestígio FPV UAV, onde vai orientar e fornecer suporte pós-vendas. lojas FPV UAV em sua maioria, possuem equipamentos testados pelos pilotos. Poupe tempo e dinheiro.

O melhor equipamento é o que se ajusta ao nosso plano de vôo e estilo. Se existe uma equipe pronta para voar, certamente nós não seria útil.
FPV componentes foram criados para outros fins que não a nossa, de modo que sua compra foi feita em lojas que anteriormente Tinian nada a ver com este passatempo. Hoje, graças ao dinamismo e à expansão desta modalidade, havia lojas online em várias partes do mundo dedicado exclusivamente à FPV.
Da mesma forma, não hesite em visitar a seção "Electronica feita no fórum" onde está exposto o mais relevante e FPV por membros deste fórum. Este endereço é opcional e pode ser comprado solicitar aos seus criadores.
http://www.aeromodelismovirtual.com/...lectronica.php
ou compras on-line:
http://www.aeromodelismovirtual.com/...isplay.php?f=9

Eles também podem visitar a seção "Shop" do fórum onde uma grande variedade de lojas FPV onde você pode comprar os componentes.

Modelo básico Conexões Elétricas:

COMPONENTES:
* Câmera
* Vídeo TX (transmissor Tx =)
* Bateria

* Microfone (opcional)
* Alarme sonoro de Fail Safe (Opcional)

Alimentação:
a) Se TX e operacional cam em 12V seria uma Lipo 3S 11,1 V
b) Se TX e Cam rodando a 5V o Lipo 2S seria 7,4 V além de um regulador de 5V
c) Se algum componente que a 12V a 5V eo lipo outras graves 3S 11,1 V a 5V regulador sobre o componente que você precisa.
Sugerimos que a bateria LIPO que alimenta o SISTEMA FPV NÃO SEJA O MESMO QUE ALIMENTA O MOTOR, a menos que tenha experiência em conexões elétricas deworm interferência.
A capacidade do LIPO dependem do consumo dos componentes é normalmente em torno de 600mA aprox tempo (veja as especificações de cada item.) LIPO assim uma 10C 800mA ou 1000mA descarga seria suficiente.

OPCIONAL:
tipo de microfone * opcional deve ser pré-amplificados, ou deveria levar suprimentos.
* Fail Safe é um alarme começa a soar o alarme começa a perder o sinal cuendo RC e permite ao piloto para avisar que este não continue se afastando. Está conectado e ligado diretamente a partir do RX r / c programa bar da estação de som ativadas a prova de falhas.Ambos microfone e alarme são vendidos em lojas ou você pode construir um a seu gosto. Alarmes são normalmente vendidos para os receptores PCM.

FPV TÉCNICA DE VÔO

e convidamos você a descobrir todas as informações e expericias dunk neste fórum que fica maior a cada dia, graças aos seus utilizadores.

 
Voar FPV é maravilhoso e abrir uma "dimensão nova" no nosso hobby, no entanto você deve ter uma boa experiência como um clássico modelador de tomar todas as precauções / classificações relevantes.
Voos Boa!

IMAGENS:
Electric exemplo de configuração de mapas para um trabalho em torno de 12V
1) Instalação com microfone e alarme à prova de falhas
2 Instalação) com microfone
3) Configuração básica



 
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