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quinta-feira, 16 de junho de 2011
Acrobacias no G4
Filme do nosso colega Marcus Vinicius do CLAER
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Demósthenes
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segunda-feira, 6 de junho de 2011
Video: Primeiras acrobacias do Extra 300.
Após finalmente perder o medo do meu Extra 300 ref. 40, que antes usava um motor super-dimensionado, finalmente me arrisco a aprender a fazer acrobacias com este aero maravilhoso, começando pela faca, notem que ainda estou aprendendo haja visto que a pouco tempo fui promovido a piloto e também por estar sem simulador já que meu cabo sempre está emprestado a um aspira, mas consegui 2 dias pra simular a aprender alguma coisa e o resultado voce vê agora, nas primeiras tentativas de fazer faca.
E eis que após as acrobacias (ou tentativas rs) acaba a bateria e sou forçado a fazer um pouso de emergência, e lógico que nosso ciegrafista Fábio Fita Barbosa pegou tudo, ou quase.
Não mostra mas o aero saiu bem, ja no ponto de fazer outro vôo.
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Demósthenes
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quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
Acrobacias: Curva chata, oito cubano e stall turn
CURVA CHATA
Esta manobra é pouco conhecida, pelo menos eu a vi pouquíssimas vezes sendo executada por alguém. Comece como em uma curva normal, incline o modelo e calce-o com o profundor. Depois disso vá aplicando leme ao contrário da curva e compensando o efeito de rolagem com os ailerons. O objetivo é fazer as voltas de modo que a asa de fora fique mais baixa em relação à asa de dentro da curva. Vá apertando a curva o máximo que puder.
OITO CUBANO
Inicie a manobra como no looping. Quando o modelo chegar ao dorso, coloque-o em uma descida de 45º. Vire (ele estará de dorso, você terá que nivelá-lo) e cabre para repetir a manobra. Lembre-se sempre de diminuir o motor ou até mesmo deixa-lo na lenta quando coloca-lo em mergulho. Colocar um modelo a pleno motor num mergulho quase sempre transforma o nosso belo avião em kit novamente.
![]() |
| Numa curva à esquerda a asa direita deve estar mais baixa |
| Looping |
OITO CUBANO
Inicie a manobra como no looping. Quando o modelo chegar ao dorso, coloque-o em uma descida de 45º. Vire (ele estará de dorso, você terá que nivelá-lo) e cabre para repetir a manobra. Lembre-se sempre de diminuir o motor ou até mesmo deixa-lo na lenta quando coloca-lo em mergulho. Colocar um modelo a pleno motor num mergulho quase sempre transforma o nosso belo avião em kit novamente.
![]() |
| oito cubano |
STALL TURN

Essa manobra é o "stall turn with options", uma manobra da Gama FAI-F3A. Considero esta, uma manobra muito importante, pois aprendemos a ter o controle do leme do avião. A partir desta manobra ganhamos experiência para utilizar o leme, para então fazermos roll de quatro pontos, faca, corrigir pousos em um dia com vento utilizando leme, etc.
Se você já tem prática em fazer o "stall turn” (curva estolada), não vai ter dificuldade para realizar esta manobra. Vá até uma altura razoável, então, quando o avião estiver em um vôo reto na horizontal, de preferência próximo à cabeceira da pista (não em sua frente), dê toda potência e suba o avião, iniciando uma vertical; no meio da subida adicione aileron para qualquer um dos lados, até que o avião fique de costas para você. Quando ele estiver perdendo força tire o motor e dê leme (se preferir tire o motor depois de adicionado o leme), até que ele inicie uma decida; na metade da decida adicione aileron para um dos lados até que ele fique na posição oposta à que se encontrava, (a fim de que você veja a parte superior e não mais o dorso), por fim quando já tiver descido o suficiente, (quando chegar à altura de início da manobra) adicione profundor até ficar em um vôo na horizontal.
Nesta manobra é necessário atenção, pois no momento do estol os comandos do leme estarão invertidos. Ex: se você der leme para esquerda, verá o avião caindo para direita e vice-versa.
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Demósthenes
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sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
A importância da mão esquerda
Como primeiro artigo gostaria de iniciar por alguns fundamentos básicos e que muitas vezes não são tão evidentes para a grande maioria. Um artigo, com esse mesmo nome, foi escrito pelo Fabio Trento e acho que é muito oportuno para o momento tentar resgatar um pouco do que foi dito por ele, naquela época.
Bom, quando falamos de mão esquerda nos referimos ao controle de acelerador e leme, que é o padrão voado no Brasil – modo 2. Aos adeptos do modo 1 me perdoem, mas as informações continuam tendo a mesma validade, só que para as duas mãos. É natural, quando começamos a voar, a nos concentramos apenas no aileron e profundor, mantendo a aceleração constante. Depois começamos a decolar e aprendemos a controlar o acelerador e o leme. Idem para o pouso. A questão é, a não ser nesses momentos, não nos preocupamos muito com a mão esquerda e ela tem um papel fundamental nas acrobacias. Quando observamos grandes pilotos manobrando, vemos que o uso do acelerador e do leme é tão intenso quanto o uso do aileron e profundor. Mas como e porque ele usam tanto desses comandos? Vamos começar fazendo uma analise mais detalhada sobre esses comandos, individualmente.
Leme
O leme é a superfície móvel associada ao estabilizador vertical. O seu uso permite ao avião o controle de guinada (em inglês, yaw) da aeronave, que é o giro ao redor do seu eixo vertical.
O leme nos permite fazer manobras que, sem o seu auxilio, não sairiam como gostaríamos. São exemplos todos os tipos de parafuso, snap rolls, tumbles, vôo de faca. Além disso, ainda precisamos do auxílio dessa superfície nas curvas coordenadas e durante a execução de rolls, durante os quais considero que o uso do leme é o mais importante e complicado.
Embora não muito aparente é apenas com o uso do leme que podemos fazer rolls e rolling circles com extrema precisão, como demanda as competições tipo IMAC ou FAI ou algumas manobras da gama de Freestyle/3D.
Vamos tomar como exemplo um roll completo (360°) e observar as situações pelas quais o avião passa durante todo o giro. Primeiro, ele entra na manobra em vôo reto nivelado, após o 1o ¼ de roll ele está na posição de faca, logo após ele passa para o vôo de dorso, em seguida para a faca, mas do lado oposto, e finalmente retorna ao vôo nivelado como começamos.
Se não formos capazes de aplicar as correções corretas dos comandos da cauda, nos momentos certos, durante todos estes estágios, o roll não sairá nivelado nem manterá a proa correta. É durante as posições que o avião está de faca que devemos aplicar a quantidade certa de leme para manter a altitude. Enquanto o avião muda do reto nivelado para o 1o vôo de faca, vamos progressivamente aplicando leme, até que chegamos a um máximo quando o avião completa os primeiros 90° do giro. Em seguida, enquanto ele muda do vôo de faca para o vôo de dorso progressivamente vamos soltando do leme e aplicando profundor negativo até o momento que o avião esta completamente de dorso e não temos mais leme aplicado e sim apenas profundor picado. Para a próxima posição, que seria o 2o vôo de faca, fazemos o inverso, vamos aliviando profundor e aplicando leme progressivamente, até que quando chegarmos na posição de faca temos apenas leme aplicado e profundor no neutro. Por último, voltando ao vôo reto nivelado vamos soltando do leme progressivamente até o avião se estabilizar.
Falaremos dos rolling turns ou da curva com rolls nos próximos artigos, mas vou deixar apenas uma idéia. Se agora passarmos a usar o leme durante as posições em que o avião está nivelado junto com o profundor e o profundor durante as posições em que estamos na faca, poderemos controlar a trajetória do avião e descrever qualquer figura que quisermos com o avião fazendo rolls. Essa é a base, também, para uma conhecida manobra do 3D que são os rolling harriers no qual vemos o avião realizando rolls a baixa altura, baixa velocidade e alto ângulo de ataque.
Acelerador
A grande idéia do correto controle de aceleração é manter o avião na velocidade e ângulo de ataque que queremos. Além disso, para grande modelos, super potenciados como os de hoje, controlar a aceleração e velocidade é primordial para evitar danos à integridade estrutural do avião.Em um vôo de precisão, tipo IMAC ou FAI-F3A, apesar de não ser um critério de julgamento, um vôo com velocidade e aceleração, controladas e constantes, através das manobras é mais apreciado. Não só conferem melhor qualidade as manobras como demonstra a capacidade e domínio do piloto. Assim, vemos como descendentes são feitas praticamente na marcha lenta; raramente utiliza-se toda a potencia no vôo horizontal e sim somente em subidas.
Já para o 3D esse domínio é imperativo para que as manobras saiam como deveriam. Por exemplo, num elevator existe o ponto correto de aceleração e quantidade de profundor para manter o avião em alto ângulo de ataque, sem subir ou descer. No torque roll é ainda mais evidente isso. Nos rolling harriers é comum ouvirmos os pilotos “bombarem” o acelerador para manter a velocidade constante e alto ângulo de ataque.
Como treinar e obter domínio desses fundamentos ?
Embora no inicio não é claro como isso tudo é feito, ao longo dos artigos e principalmente quando começarmos a discutir as manobras especificamente irei retomando o que foi dito aqui e com certeza tudo isso ficará mais claro. Por hora algumas dicas para vocês irem se acostumando a usar a mão esquerda durante todo o vôo.
Para o leme: Comece fazendo rolls de 4 tempos. Pause bem durante as paradas de faca e utilize o leme para manter a altitude. Quando passar pelo dorso corrija também para mantê-lo e depois novamente na faca, mas com o leme para o outro lado. Treine isso várias vezes da esquerda para a direita e ao contrario também, com rolls nos dois sentidos, rolagem à direita e à esquerda. Para o roll de 4 tempos não é exigida muita integração dos comandos durante a rolagem e aplicação dos comandos de cauda. Portanto, vá pegando o ritmo pausadamente. Role para a faca, aplique leme. Solte do leme role para o dorso. À medida que você for ganhando velocidade em fazer isso passe para o roll contínuo e lento, ele exigirá mais do sincronismo dos comandos. Tente fazer um que tome a extensão toda da sua pista e utilize os comandos de cauda para manter a trajetória retilínea e paralela à pista e altitude constante. Observe quando você demora a aplicar ou a diminuir o uso dos comandos o que acontece. Na presença de vento como esses comandos devem ser utilizados para manter a trajetória ?
Para o acelerador: Execute manobras básicas, que já sejam de seu domínio e que envolvam subidas e descidas. Tente manter a velocidade constante durante toda a execução delas. “Ouvir” o giro do motor pode ser uma boa indicação. Repare quando o motor começar a “berrar” e a subir de giro é hora de você reduzir o acelerador. Veja que se você possui um avião mais pesado é necessário acelerar antes e “embalar” melhor o avião para que ele possa realizar uma vertical longa sem perder a trajetória no final.
Abaixo deixarei algumas sugestões de links que demonstram um pouco desses dois conceitos. Alguns deles são do último campeonato mundial de FAI-F3A que ocorreu em 2007 na Argentina. Repare como é feito o controle de aceleração durante as manobras. A fumaça do avião também dá um indicativo quando o piloto está acelerando mais o modelo e quando ele está reduzindo.
Outros vídeos são de seqüências Freestyle. Repare no uso intensivo de manobras com rolls : loopings com rolls, curvas com rolls etc. Com a devida coordenação de leme e profundor durante os rolls você será capaz de realizar toda essa gama de acrobacias.
No próximo artigo falaremos um pouco das manobras de precisão e de uma categoria que tem crescido muito no Brasil, o IMAC. Como sugestão já deixei o manual traduzido no site do Hangar 3D para vocês irem tomando contato com as regras oficiais da categoria. Para quem irá participar dos campeonatos IMAC desse ano é praticamente obrigatória a leitura das regras.
Sugestão:
Assista e perceba o uso de motor e leme desses Vídeos de vôo Free Style.
Gernot Bruckman no XFC 2007
Mark Leseberg no XFC 2007
Assista este e perceba o uso de motor e leme desses Vídeos de vôo de precisão.
Quique Somenzini, campeão Mundial de F3A em 2007.
Tetsuo Onda
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quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
Acrobacias: Faca
Já postamos aqui algumas acrobacias, agora é a vez de uma das mais lindas em minha opinião, a faca.
Faca
Essa manobra vem a desafiar as leis de sustentação de uma aeronave, ao invés da asa fornecer a sustentação em vôo, é a potência do motor e a pequena superfície lateral do avião que fornecem toda a sustentação necessária. Em vista disto, essa não é uma man
obra de fácil execução, exigindo normalmente grande superfície móvel de leme e um motor que desenvolva uma boa potência, uma vez que o avião estará voando em condições bem anormais segundo o próprio princípio em que foi projetado.
Para a primeira tentativa suba até uma altura segura, à plena potência e em vôo horizontal realize um quarto de roll para a esquerda (no caso do exemplo), neutralize então o comando do aileron e seguidamente ponha o comando de leme para a direita, em quantidade suficiente para manter a sustentação e a altitude de início na manobra, devendo ser seguido um trajeto perfeito em linha reta durante a execução e com alterações feitas unicamente no eixo de rolagem. Os comandos a serem dados são sempre contrários, logo se o primeiro quarto de roll é feito para a direita, o leme deve ser aplicado para a esquerda, preservando sempre a relação de oposição na seqüência de realização dessa manobra. Para terminar a manobra, volta-se a usar o aileron, direcionando-o agora para a direita, em sentido oposto ao de início, e liberando ao mesmo tempo o comando de leme. Vou por um vídeo aqui que mostra logo nos primeiros segundos a manobra efetuada pelo piloto Alan Cenarium daqui de Imperatriz, inclusive é um dos vídeos já postados aqui.
Para a primeira tentativa suba até uma altura segura, à plena potência e em vôo horizontal realize um quarto de roll para a esquerda (no caso do exemplo), neutralize então o comando do aileron e seguidamente ponha o comando de leme para a direita, em quantidade suficiente para manter a sustentação e a altitude de início na manobra, devendo ser seguido um trajeto perfeito em linha reta durante a execução e com alterações feitas unicamente no eixo de rolagem. Os comandos a serem dados são sempre contrários, logo se o primeiro quarto de roll é feito para a direita, o leme deve ser aplicado para a esquerda, preservando sempre a relação de oposição na seqüência de realização dessa manobra. Para terminar a manobra, volta-se a usar o aileron, direcionando-o agora para a direita, em sentido oposto ao de início, e liberando ao mesmo tempo o comando de leme. Vou por um vídeo aqui que mostra logo nos primeiros segundos a manobra efetuada pelo piloto Alan Cenarium daqui de Imperatriz, inclusive é um dos vídeos já postados aqui.
Looping de faca
A uma boa altura coloque o modelo em faca e a meio motor, com o leme todo defletido. Acelere tudo segurando todo o comando de leme. O modelo deverá descrever o círculo completo. Esta é uma manobra executada por poucos aviões, e para tal, é necessário um motor muito forte, pois o motor vai ter que segurar o modelo, "abaixar" a cauda, e fazer subir praticamente sem embalo, ou seja, o modelo dever ter uma relação peso/potência excelente além de ser acrobático e ter um leme de tamanho considerável e com boa deflexão.
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domingo, 26 de dezembro de 2010
Acrobias de Alan Cenarium
O modesto aeromodelista Alan Cenarium deu mais um show com seu Yak54, com facas, vôos de dorso, parafusos normais e de dorsos entre outras. Segue abaixo alguns videos. Parabéns, quem pode faz, quem não pode faz como eu e joga o avião no chão... hehehehe
Tudo registrado pelo cinegrafista Fabio Fita Barbosa.
Tudo registrado pelo cinegrafista Fabio Fita Barbosa.
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sábado, 25 de dezembro de 2010
Minha primeira tentativa de fazer acrobacias
Eu voando todo empolgado resolvi fazer umas acrobacias (tentei, pelo menos rs), com direito a looping, roll e faca (meio cega segundo o Mesaque hehehehe), seguido de minha primeira queda tentando fazê-las. E o melhor de tudo, filmado e documentado pelo cinegrafista oficial Fabia Fita Barbosa.
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Demósthenes
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quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
Acrobacias: Looping
Uma das manobras mais conhecidas pelos iniciantes é o looping, manobra que nada mais é do que a execução de um círculo completo na vertical pelo modelo, então nada melhor do que começar falando dessa manobra.
Para começar o looping, você deve estar em vôo nivelado, isso quer dizer, um vôo reto, com asas niveladas e sem alteração de altitude.
A entrada na manobra se dá com uma velocidade adequada para que o seu modelo consiga chegar ao topo da manobra com uma velocidade tal que você não perca o controle da direção do seu modelo, por isso é importante uma boa motorização e o peso do modelo adequado com a motorização, aeromodelos mais pesados com baixa potência são mais críticos para realizar o looping e para estes, muitas das vezes é preciso que antes de entrar na manobra o modelo faça uma descida para ganhar velocidade e aí sim começar a manobra, como mostra a figura abaixo.
O Looping deve ter um raio e uma velocidade constante, desde o ínicio, até o fim da manobra. Cuidado para não voar reto durante a manobra, preste bastante atenção no raio que o modelo executa. Se você perceber que o modelo chega no topo da manobra com pouca velocidade, verifique se a velocidade de entrada não está lenta demais. Para facilitar um pouco o entendimento, eu numerei a figura abaixo:
1 - Neste ponto, você está prestes a iniciar a manobra, o modelo deve estar alinhado com a pista, nunca fique na diagonal com a pista para fazer qualquer manobra, esteja sempre paralelo a pista com o aeromodelo, e ainda melhor, estar afastado da pista para que você não tenha que se curvar muito para ver o seu aeromodelo quando ele estiver lá no topo, no momento 5.
2 – Aqui você deve ter uma boa velocidade, e com o modelo bem nivelado. A partir desse ponto comece a puxar o stick do profundor fazendo com que o seu aeromodelo suba e comece a fazer uma circunferência perfeita, com o raio sempre constante.
3 – Mantenha a potência aplicada e velocidade da entrada da manobra e não esqueça do raio da circunferência que você está realizando.
4 – Neste ponto começa a ficar mais crítico para você que está começando, o aeromodelo está de dorso e você deve começar a aliviar o profundor para manter o raio de vôo, e a potência aplicada aqui neste ponto deve ser diminuída um pouco para manter a velocidade.
5 – Completamente de dorso, e com o stick do profundor mais aliviado ainda, o aeromodelo vai começar uma descida, o potência aplicada deve ser diminuída ainda mais nesse ponto.
6 – Agora o stick do profundor volta a ser puxado com mais inclinação, cuide para que o aeromodelo não perca o raio da circunferência executada, neste ponto o stick do motor está todo para baixo ou com mínimo de potência aplicada.
7 – Neste ponto, volte a aplicar potência ao motor, acelere o aeromodelo para que ele desça com boa sustentação e termine a manobra com a mesma velocidade que iniciou. Não se esqueça de manter o profundor puxado para ter um raio de curva igual do começo ao fim da manobra.
8 – Agora em vôo nivelado, na mesma linha que começou, o modelo segue vôo nivelado.
Abaixo veja uma pequena animação da execução de um looping.
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domingo, 19 de dezembro de 2010
Acrobacias: Roll
A manobra roll requer o uso de ailerons, é uma manobra muito boa de se executar, e o melhor de tudo, não é muito difícil, basta seguir a sequência de comandos abaixo e aproveitar!
Como fazer isso: Antes de iniciar o roll; voe reto e nivelado com pelo menos metade do acelerador. Para começar um rool, aplique uma pequena quantidade de profundor para cima e aileron para a esquerda ou direita juntos. Não há necessidade de se usar os comandos ao máximo neste momento, mantenha o stick do acelerador do começo ao fim do roll. Conforme você aplica profundor e aileron, o avião vai começar a rolar. Mantenha o stick do aileron na mesma posição, mas você provavelmente vai ter que ajustar o profundor para manter o roll arrumado. Para que a manobra saia mais bonita, aplique uma pequena quantidade de profundor para baixo quando o avião estiver invertido, isto irá evitar qualquer perda de altitude durante o roll.
Uma vez que o aeromodelo esteja novamente na posição correta, retorne os sticks a posição central (neutra) e continue voando reto e nivelado.
Abaixo o vídeo do roll (no simulador de vôo RealFlight G4 RC), incluindo o close dos sticks do rádio transmissor e a resposta do aeromodelo...
Fonte: http://www.rc-airplane-world.com/basic-rc-airplane-aerobatics.html
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